O Programa Ciências sem Fronteiras, anunciado pelo Governo Brasileiro em junho, foi tema do relatório de setembro do Centro de Pesquisa Inglês Observatory on Borderless Higher Education, sob o título "Brasil leads the charge fron Latin America". O programa oferece 75 mil bolsas para os alunos que queiram cursar desde o ensino médio até o pós-doutorado no exterior. À Capes caberá a oferta de 40 mil bolsas, com estimativa de investimento de US$ 936 milhões ao longo de quatro anos. O CNPq, por sua vez, será responsável por outras 35 mil bolsas. Os primeiros bolsistas devem ser selecionados no primeiro semestre de 2012.
De acordo com a Profa. Manolita Correia Lima, a presença de renomadas universidades estrangeiras no Brasil pode contribuir para fortalecer e qualificar a produção de conhecimento.
Para Manolita, os países que se destacaram na atração de estudantes internacionais (EUA, Reino Unido, França, Austrália, Alemanha e Japão) se firmam no processo de internacionalização de um trabalho que aproxima Estado e Universidades. No entanto, os interesses das instituições de Educação Superior brasileira são tímidos e polarizados.
De acordo com Manolita, quando se trata das instituições públicas prevalece o apoio a estudantes e professores de cursos de mestrado e doutorado para realizar parte da formação no exterior; e quando se trata das instituições particulares observa-se a pressão por parte dos estudantes com recursos financeiros que permitem uma temporada de estudo no exterior.
Pelo que podemos observar, há oportunidades, o que falta é empreendedorismo por parte dos gestores, investir no conhecimento e inovar cada vez mais no aprendizado.
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